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Seja Cooperado
Seis homens em pé sob o sombrite do viveiro, vários com camisas da Carvalho e de instituições parceiras.

Parcerias e Fomento

Apoiar uma cooperativa é apoiar uma estrutura que não se dissolve

A COOPERANTE - Cooperativa Carvalho Beans reúne produtores rurais na zona de transição amazônica do norte de Mato Grosso. Esta página é dirigida a programas públicos agropecuários, agências de desenvolvimento, fundações, organizações e empresas que avaliam apoiar organizações de produtores.

O caso para apoiar produtores organizados

Na zona de transição entre o Cerrado e a Amazônia, a permanência da família no campo e a preservação da floresta são o mesmo problema. Uma família que não consegue renda da sua terra manejada acaba pressionada a vender, a arrendar para monocultura ou a abrir área nova.

Uma cooperativa altera essa equação. Ela dá ao pequeno produtor acesso a mercado, a insumo em escala e a assistência técnica, três coisas que isoladamente ele não alcança. E porque é uma sociedade de pessoas, com governança eleita e prestação de contas em assembleia, ela permanece quando um projeto pontual acaba.

O que segue é a estrutura financeira e de controle que sustenta essa afirmação, tirada diretamente do nosso Estatuto Social.

Onde os recursos vão

A cooperativa não tem sócio que recebe lucro. Os recursos que entram e os resultados apurados no exercício têm destinação definida em estatuto, em dois fundos obrigatórios.

FATES

Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social

Destina-se a custear assistência técnica, educação e assistência social aos cooperados, suas famílias e aos empregados da cooperativa.

Fontes do fundo

  • 5% das sobras apuradas em cada exercício social
  • Resultados das operações realizadas com não associados
  • Resultados positivos da participação em sociedades não cooperativas
  • Doações recebidas em favor do FATES, feitas por cooperativas e entidades que operam no sistema cooperativista

Fundo de Reserva

Fundo de Reserva estatutário

Destina-se a reparar perdas de qualquer natureza e a atender ao desenvolvimento das atividades da cooperativa.

Fontes do fundo

  • 45% das sobras apuradas em cada exercício social
  • Créditos não reclamados pelos cooperados, decorrido um ano
  • Auxílios e doações sem destinação específica

Áreas de interesse para parceria

Frentes em que a cooperativa busca cooperação técnica e financeira. O detalhamento de cada projeto, com escopo, orçamento e indicadores, é fornecido sob demanda.

Assistência técnica e formação de produtores

Ampliação do serviço de assistência técnica agrícola, projetos técnicos, vistorias, dias de campo e difusão de tecnologia ao quadro social, atividades já previstas no Estatuto e custeáveis pelo FATES.

Agrofloresta e reflorestamento

Produção de sementes e mudas, viveiro, plantio e implantação de sistemas agroflorestais nas propriedades do quadro social, alinhados ao objetivo estatutário de incentivo à preservação ambiental.

Infraestrutura de pós-colheita e armazenagem

Estrutura de secagem, beneficiamento e armazenagem. É o gargalo clássico do pequeno produtor: sem armazenar, ele vende na pressão da safra e perde preço.

Qualidade e caminho para certificação

Estruturação de controle de qualidade e preparação da cooperativa e do quadro social para processos de certificação. A cooperativa não possui certificações no momento.

Juventude e mulheres na agricultura

Formação e inclusão produtiva de jovens e mulheres do quadro social, com foco em sucessão rural e geração de renda, custeáveis pelo FATES.

Rastreabilidade e tecnologia

Sistemas de identificação de origem por propriedade, controle de recebimento e rastreabilidade da produção até o comprador final.

Formas de parceria

Fomento institucional

Editais, convênios e apoios de fundações, organizações e agências de desenvolvimento, com escopo, prestação de contas e indicadores definidos em instrumento próprio.

Programas públicos agropecuários

A cooperativa pode manter convênios com o poder público e com entidades afins, conforme previsto no Estatuto Social.

Cooperação técnica

Parceria em assistência técnica, pesquisa, experimentação agrícola e dias de campo. A cooperativa pode arrendar áreas para experimentação.

Doação de equipamentos

Doação de máquinas, implementos e estrutura de beneficiamento e armazenagem, incorporados ao patrimônio da cooperativa.

Parceria comercial

Contratos de compra de médio e longo prazo, pré-financiamento de safra e relações comerciais diretas com compradores.

Transparência e prestação de contas

A administração da cooperativa é fiscalizada de forma assídua e minuciosa pelo Conselho Fiscal, composto por 3 membros efetivos e 3 suplentes, renovado anualmente por eleição e com apenas um terço reelegível. As contas de cada exercício são submetidas à aprovação da Assembleia Geral, órgão supremo da sociedade, cujas deliberações vinculam todos os cooperados.

Ver estrutura de governança e documentos

Conforme o Artigo 60 do Estatuto Social, é vedado à cooperativa tratar de assuntos religiosos, sociais ou de partidos políticos. Parcerias são estabelecidas exclusivamente em bases técnicas, agropecuárias e comerciais.

Fale com a cooperativa sobre parceria

Descreva o programa, o edital ou o tipo de cooperação em avaliação. A cooperativa responde com a documentação institucional necessária para análise.

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